Som

sábado, 10 de dezembro de 2011

Uncontrolled



Confuso. Completamente desatinado. Só uma risada falsa pra aliviar, ou talvez o ar gélido das ruas e suas esmeras pessoas, perfeitas por suas aflições, por suas lamúrias e brechas, preenchidas por... O que? Qual meu sentido? Qual o seu? Sabe-se lá por que vivo, por que sofro ou por que devo morrer. Fingir-se é uma questão imutável e eterna passada num círculo sem nexo dos moribundos.  Ó rei, pai de todos, tu que vedes meu martírio e espreita meus segredos, dome meus amores e consola Minh ‘alma, guie-me sobre o caminho utópico da mortalidade e faça de meu ser sua ferramenta. Cure minhas feridas e apartai-vos de mim todo o mau, e me leve para ti, na eternidade e felicidade onde o fim não jaz jamais! 

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