Confuso. Completamente desatinado. Só uma risada falsa pra
aliviar, ou talvez o ar gélido das ruas e suas esmeras pessoas, perfeitas por
suas aflições, por suas lamúrias e brechas, preenchidas por... O que? Qual meu
sentido? Qual o seu? Sabe-se lá por que vivo, por que sofro ou por que devo morrer.
Fingir-se é uma questão imutável e eterna passada num círculo sem nexo dos
moribundos. Ó rei, pai de todos, tu que
vedes meu martírio e espreita meus segredos, dome meus amores e consola Minh ‘alma,
guie-me sobre o caminho utópico da mortalidade e faça de meu ser sua
ferramenta. Cure minhas feridas e apartai-vos de mim todo o mau, e me leve para
ti, na eternidade e felicidade onde o fim não jaz jamais!

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