Confuso. Completamente desatinado. Só uma risada falsa pra
aliviar, ou talvez o ar gélido das ruas e suas esmeras pessoas, perfeitas por
suas aflições, por suas lamúrias e brechas, preenchidas por... O que? Qual meu
sentido? Qual o seu? Sabe-se lá por que vivo, por que sofro ou por que devo morrer.
Fingir-se é uma questão imutável e eterna passada num círculo sem nexo dos
moribundos. Ó rei, pai de todos, tu que
vedes meu martírio e espreita meus segredos, dome meus amores e consola Minh ‘alma,
guie-me sobre o caminho utópico da mortalidade e faça de meu ser sua
ferramenta. Cure minhas feridas e apartai-vos de mim todo o mau, e me leve para
ti, na eternidade e felicidade onde o fim não jaz jamais!
Som
sábado, 10 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Eternamente pra você
De: amor
Para: amor
Bom, antes vou dizer o que me incentivou a criar essa cartinha de “amor”.
É necessário saber que a mulher que eu amo era tão confusa quanto aos seus sentimentos a não tanto tempo atrás, e lembrar também que, ela era carente e que porquanto a deixava a vontade de restituir apressados seus romances, e (louvo) que graças a essa bola de meia pude ousar a sorte tentando mostrar a ela que só existiria eu, e que todos os acordos passados não se comparariam ao nosso. Penso hoje e todos os dias como poderia deixa-la feliz, penso hoje e todos os dias como poderia fazer a mulher que uma vez confusa e bela me contagiou e confundiu, me laçou com seu jeitinho bobo de agir e fez do meu gostar um amor sem fim. Sinto agonia só de pensar em perdê-la, sinto o pesar só de não vê-la. Nosso passado? Ora, meu amor, nosso passado foi uma obra educativa de Deus para nos equilibrar unidos para sempre. Nunca irei me esquecer do dia em que nos conhecemos, por acaso, ainda numa conversa de amigos sobre certa pessoa, ou quando nos olhamos pela primeira vez, e aquele beijo? Aquele beijo, o primeiro, lembra? É claro que lembra Thais, o mundo poderia sucumbir em fogo, água ou terra, as estrelas poderiam cair do céu, eu poderia deixar existir, o apocalipse poderia chegar hoje mesmo, mas meu amor por você sempre se preservará ante todas as provas.
É... (risos) É... (risos), chega! Estava eu, em casa pensativa aos feitos mais recentes sobre mim e sobre você, lembrei-me das suas histórias, lembrei-me das minhas, e finalmente havia imaginado o quanto nos divertimos ultimamente, considerando “nossas histórias” juntas.
Não quero que pense que só seremos românticos um com o outro no dia dos namorados, vou viver fazendo sucessivamente o melhor para que cada dia de nossas vidas seja uma eterna ternura, sempre excitante, sempre bela, doce. Amo-te, querida, jamais te deixarei.
J.J
"Thief of post menstrual Tension"
Odeio ter que dizer isso, mas irei exonerar – Temporariamente. – de minhas regalias masculinas.
Hoje conversei com minha namorada, depois de uma subversão de ciúmes da minha parte. Tenho que reconhecer que, atuei de forma bastante áspera com minhas suposições, e não pude ver a autêntica imagem que ela queria me mostrar [fidelidade], fui pessimista, negativo criando projeções indiscriminadas e inconscientes sobre ela, nutrindo em mim ribeiros desses valores inexistentes. É claro saber que fiz isso disfarçadamente e cegamente por amor, porém, não recomendo aos demais que se sobressaiam dessa maneira.
É Insensato achar a pessoa culpada por não, necessariamente, te provar o contrário. Se a ama, terá que correr o risco, mas convenhamos que, é o risco mais prazeroso que uma vida conjugal pode ter.
É Insensato achar a pessoa culpada por não, necessariamente, te provar o contrário. Se a ama, terá que correr o risco, mas convenhamos que, é o risco mais prazeroso que uma vida conjugal pode ter.
Amo-te! Pra sempre. J.J
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Indifferent to the others when I'm with you
Sabe? As vezes eu não me importo com o que acontece ao meu redor, vez por outra dou sim umas olhadelas para um lado e outro, encaro, [muitas vezes sem notar]
mas sou calmo e atento o bastante, principalmente quando estou com você, é como se seus olhos irradiassem feito uma imagem [gif] pisicodélica, me hipnotizando com a atração caracterizada pela percepção de aspectos da mente anteriormente desconhecidos, inusitados ou pela exuberância criativa livre de obstáculos.
Clique Na Imagem acima
domingo, 4 de dezembro de 2011
Thoughts
One Great!
Olá pra quem lê.
Bom, gente, ou você mesmo que está lendo essa merda. Não sei por que estou fazendo isso, mas cá entre nós, não vou preferir ficar selecionando algum pobre coitado da lista de amigos pra ficar falando numa janela do MSN os pormenores de acontecimentos recentes de minha excelsa existência, também não, publicar no facebook o que senti em determinada situação. Indo logo no ponto, vou primeiro começar com alguns desabafos ”gayzísticos” sobre meus MELHORES dias do ano de 2011, praticamente podre, só não por determinados
eventos. Não poderia me olvidar também das porralhadas burras que o personagem [Eu] fez!
“Era uma vez”, num dia [manhã, seu cágado] pouco cáustico e nublado, um rapaz vacilante, sem tantos rumos, escassamente rebelde, lacunoso e [porra, eu estou escrevendo isso às 02h00min da manhã de uma segunda-feira, que merda. Mas não tem nada pra falar desse fdp que sou eu mesmo]... Hum, pulando essa parte. Esse cara aí mesmo, [Eu, que puta merda, você já sabe] estava a caminho de conhecer uma entidade mística [real] que mudaria o sentido de sua dita. O nome de este tal ser, de sexo feminino era Thais [olha, daqui pra frente esse nome, ela, vai ser muito citada então, está aí, “Ela”], cujo creio eu que é a moral de tudo. Enfim... Este rapaz de aproximadamente [não é da sua conta] “proporcionados” anos, fora ansiosamente titubeando pelas ruas ao encontro da divinal presença, [Ela] nervoso e com as pernas quase não contendo seu próprio peso [fracote], o rapaz teve “peito” [sei não] e foi logo andando firmemente pós ver que a “mina” estava no local determinado que combinaram [mas esse cuzão estava gelado no caminho até lá]. Se conheceram, e o rapaz viu que não fora tão ruim quanto ajuizou, muito ao contrário, mal sabia ele [ele imaginava sim] que esse “brotinho” seria a mulher de sua vida. O tempo passou, a amizade foi ficando colorida, daí você sabe né, foi rolando, rolando, e tome-lhe rola! Não, não tome não. O rapaz que [já tá na hora de falar pelo nome] atendia por Felipe, se apaixonou pela mística [real] Thais, que lhe meteu a varinha e fodeu com a vida do pobre Felipe, que tomado de amor foi jogado aos confins de sua jaula e que lá ficou até apurado dia.
Sua vida com Thais era divertida, ele a amava, ela o amava, um dia, todavia desobedecendo e ignorando os avisos de sua responsável a criança moscou e pulou do barco pra tocar a água, sendo assim raptada por uma grande piranha. A criança inocente, praticamente cheia de biscoitinhos de bosta na calça por medo ponderou numa fração de segundos ainda sendo furada pelos lancinantes dentes da puta da piranha que, era um filho da puta por ignorar a chefe. Todo arrependido ele gritava por socorro [depois que faz a merda vem pedir assistência, né], sua sorte, [e ponha sorte nisso], é que a chefe era fodástica e responsável o bastante com o menino burro, e foi logo pegando o menino pelo colarinho da camisa e puxando o moleco. Claro, o moleco levou uns tapas, mas aprendeu a lição, nunca mais desobedecer a uma ordem, e mandado ou não, ele tem é que ficar na dele, melhor que isso, não dá.
PS: Desculpa aí, escrevi assim pra botar um pouco mais de comédia, espero que tenham gostado.
PPS: Te amo, amor. Eternamente seu J.J
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